Duas margens
Dois mundos
Um conflito
Sem bandeiras nem símbolos
Meu exército solitário
Que luta pelo amor incondicional
Mesmo sendo bombardeado pelo ódio
Não importa se sois da outra margem
Irrelevante a tua nação
O meu povo são os que sofrem
Mesmo que não entendam porque dói
Um dia meu passo tornar-se-á queda
E à margem estarei das margens
Ainda que meu corpo
Repouse na ponte
sábado, 1 de maio de 2010
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